Back to black
Pois é. ANOS depois, i´m back.
E com uma referencia bem legal (e clichê) de uma cantora que gosto muito.
Pra se ter uma ideia do tempo que fiquei longe, minha referência mais atual é de uma cantora que morreu há sei la quantos anos. Bom, senti vontade de voltar a escrever alguma coisa por aqui para meus leitores imaginários. Sei lá, acho que precisava.
Terminei, pela segunda vez, de ver The Office (a versão americana da série). Em seu final, Jim diz em entrevista que seria fantástico voltar ao passado, rever todos os seus erros, acertos, se assistir crescendo e aprendendo. A idéia é exatamente essa com esse blog. Então, voltando às origens!
MUITAS coisas acontecerem nesses quase cinco anos que nao apareço por aqui (naturalmente). Seria notícia se nada tivesse acontecido, certo? Nesse tempo desaprendi a mexer em blogs, deixei amigos (despropositadamente) pra trás, ganhei outros e até minha maneira de escrever mudou. Hoje estou bem diferente do que era. Estranho mudar tanto assim. Dá até uma certa crise de identidade, de não saber ao certo quem é de verdade. Sério.
Quero demais escrever de novo, mas preciso me reacostumar. Devagar e sempre. Por hoje deixo aqui registrado apenas uma lição que aprendi a duras penas: o que te envelhece não é o tempo, e sim suas histórias mal contadas e, principalmente, mal resolvidas. Mas isso é papo pra amanha.
Ao som das idéias e nostalgias no momento
Terminei, pela segunda vez, de ver The Office (a versão americana da série). Em seu final, Jim diz em entrevista que seria fantástico voltar ao passado, rever todos os seus erros, acertos, se assistir crescendo e aprendendo. A idéia é exatamente essa com esse blog. Então, voltando às origens!
MUITAS coisas acontecerem nesses quase cinco anos que nao apareço por aqui (naturalmente). Seria notícia se nada tivesse acontecido, certo? Nesse tempo desaprendi a mexer em blogs, deixei amigos (despropositadamente) pra trás, ganhei outros e até minha maneira de escrever mudou. Hoje estou bem diferente do que era. Estranho mudar tanto assim. Dá até uma certa crise de identidade, de não saber ao certo quem é de verdade. Sério.
Quero demais escrever de novo, mas preciso me reacostumar. Devagar e sempre. Por hoje deixo aqui registrado apenas uma lição que aprendi a duras penas: o que te envelhece não é o tempo, e sim suas histórias mal contadas e, principalmente, mal resolvidas. Mas isso é papo pra amanha.
Ao som das idéias e nostalgias no momento

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